11 de junho de 2012

DECORAÇÃO.



Não estou ganhando nada pela propaganda, mas uma revista que eu adoro é a "Minha Casa". Diferente da "Casa Claudia" e "Casa e Decoração", ela tem soluções mais baratas de decoração. Digamos que são sugestões mais polulares, porém de super bom gosto!
Olha essa cozinha reformulada com adesivo vinílico:




Agora, olha essa sugestão charmosa das espátulas de silicone na pia, eu fiz aqui em casa e realmente dá um colorido gostoso na cozinha:


As fotos e sugestões, são de méritos exclusivos da revista. Passa lá e veja o restante...
Beijocas!



20 de maio de 2012

VIDA NORMAL.




     Demorei bastante tempo pra entender a vida. Sempre achei que deveria ter ganhos o tempo todo, desbravamentos sem fim...hoje tenho 34 anos, tenho uma profissão, um lar, cachorros e quero filhos! Deixei de lado alguns orgulhos e cultivo outros, aprendi que ficar calado é melhor do que falar, que algumas coisas que se deseja é como correr atrás do vento, você nunca vai alcançar! Me dou o luxo de algumas coisas, mas sei que a felicidade mora com gente humilde. Sei que existe coisas que simplesmente são, independente do que eu faça elas não mudarão, então é melhor me conformar e achar um bom jeito de lidar com elas! Percebo que queria estar no lugar de algumas pessoas, mas que também existem algumas pessoas que gostariam de estar no meu! Hoje sei o quanto sou má e confesso, isso não me faz melhor em meus pecados, mas vejo o quanto existe gente que se acha boa e na primeira esquina deixa salivas de seus egoísmos, então dou risadas por dentro, dou gargalhadas na minha mente e procuro sair da frente! Não me vitimizo, choro, me angustio, arrebento meu corpo, mas há de existir soluções, há de existir caminhos, e eu hei de encontrá-los!
     O bom de tudo isso é uma coisa chamada consciência. Quando você tem noção do bem e do mal, você joga com os dois! ( Para os ultra religiosos de plantão, não falo de DEUS E DIABO!) Sim, porque falo de algo que não adimitimos! Todos  os dias lançamos mão do mal e do bem, a consciência desse jogo se chama experiência! Experiência é aquela coisa que as mães têm e os  "velhos" também! Essas pessoas se tornam quase profetas e sabem muito bem quais passos se deve dar em determinadas situações, se você seguir, se dará bem!
     Custei a entender, mas vida normal também é vida feliz, vida que segue com grandes, poucos ou nenhum grande evento, badalação...ao contrário do que muita gente pensa!



MARISA MONTE - DEPOIS

                
Belíssima! Belíssima! Acho que a composição não é dela sozinha, mas adoro!

3 de abril de 2012

O MINISTÉRIO DA SAÚDE RECOMENDA!


Gente, esses são meus dois cachorrinhos que adotei da rua. Já falei deles aqui, principalmente do Dimy, logo no iniciozinho do blog. A outra é a Laninha, que pegamos em dezembro/2011. Estava com a doença do carrapato, mais um pouco não teria se salvado, visto que ainda era bebê! São meus amores. Fazem parte da família! Alegram nossas vidas enquanto nosso catuchinho ou catuchinha não chega. Por falar nisso, não pensem que irei me desfazer deles quando engravidar...não! Dê uma olhada nessas boas  dicas de adaptação entre cães e bebês:

http://blogs.band.com.br/animal/2011/05/28/saiba-como-adaptar-os-caes-para-a-chegada-de-um-bebe-na-familia/

Au! Quer dizer...thau!

27 de março de 2012

MAIS CONTACT!



Achei essas fotos no site grzero.com.br olha que belezura! E não é apenas nos móveis que podemos usar essa solução barata e prática! Olha só...





Esse da cozinha é o papel contact prata fosco, dá a  impressão de que os eletrodomésticos são de inox. Show de bola né?!


20 de março de 2012

PAPEL CONTACT !

Adoro soluções baratas e bonitas! Pesquisando por aí, achei dicas bem legais de coisas que podemos fazer com contact.

Antes disso, já havia dado uma de metida em algumas coisinhas aqui em casa!
A mesinha do computador antiga, foi encapada com contact laranja, minha cor preferida! E a geladeira ganhou um ar menos"gelado" na cozinha! Só tive que tomar cuidado pra não sair encapando tudo de laranja aqui em casa. Se deixar...eu vou!




       







MORTE DE PAPAI 1926-15/03/2012



Muita saudade!

13 de março de 2012

PODE SER QUE MUDE!



Outro dia uma pessoa querida me perguntou por que eu não chorava?
Já chorei muito, já desejei que a amiga morte me visitasse antes do tempo!
Hoje choro menos, talvez por causa da idade. Essa coisa que falam sobre o tempo é verdade...o tempo é o senhor de tudo! É um cavalheiro lindo  e faceiro!
Não me arrisco a dizer que não me decepciono mais, mas arrisco a dizer que na vida tudo é igual, que as cenas se repetem e que cabe a nós mudar o nosso papel, nosso texto.
Tô ficando cascuda! Credooo! Tenho resmungado menos, vivido mais!
Tenho muito amor em meu coração pra distribuir, mas não me confunda com uma boa menina!
Tenho esquecido tanta coisa - falta de controle! Fiquei mais prática, menos teórica.
Tenho escrito pouco sobre mim, talvez por não me achar mais misteriosa. Isso não é simplismo ou inferioridade, aprendi que a vida é  a mesma onde quer que se viva.
O que vale são minhas histórias, meus contos, meus sorrisos passados, minhas vergonhas esquecidas,
meus "micos" escandalosos, meus imediatismos,minha futilidade de querer uma tatuagem...mas cadê coragem?
Vivo, prossigo como atriz, encenando no palco da vida, trocando minhas máscaras e fazendo de tudo isso uma grande brincadeira sincera e imperfeita!
Quem me conhece de perto sabe quem eu sou, quem me conheceu agora, pode confundir-se.
Não há muito mais o que falar! Sou senhora do meu destino, não mais das palavras!
As palavras prendem...
Pode ser também que eu mude o jeito do meu blog...
Você vai gostar? Existem outras coisas mais interessantes no mundo sem ser eu!
Um beijo!


24 de fevereiro de 2012

CASA ARRUMADA



Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia. Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.

Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

Carlos Drummond de Andrade
pensador.info

VIDA PLENA!



Eu tenho andado muito feliz! Não tenho medo dessa felicidade não, pois aprendi onde encontrá-la, como chamá-la! A chamo de minha querida, minha companheira, minha sócia na vida!
Descobri o esquema da vida.
Tudo parece tão simples e sem segredos.
Tão claro e sem eloquência!
O ventre de minha alma gera uma autonomia que jamais conheci!
Gera força, enfrentamentos sem culpas...
Gera medos também, afinal o que é vida sem medo?
Continuo a roer unhas de vez em quando, o que é vida com 0% de ansiedade? Não é vida, é morte!
Não é isso que eu disse? Que estava adorando ser imperfeita?
Nada de mágoas, de controle, de inferioridades, de materialidades...
As vezes até parece que perdi a memória!
Ontem disse que estava me achando maluca...
Mas não é assim que definimos  a vida? Uma maluquice? Uma doidera??
Me chamem mesmo de maluca! Não quero glórias.
Quero viver bem, ser gente sem amarras, sem algemas.
Adoro minhas intuíções, meu jeito de enxergar as coisas...
Detesto minha lentidão...mas hoje ando bem mais devagar!
Já amei muitas pessoas de qualquer jeito, hoje amo poucas...intensamente!
Adoro ousar, aparecer, chamar atenção, ser chata, metida.
Adoro  não ser percebida!
Gosto de catucar, ser catucada, responder, negar, seduzir...
Jogo a bola pro alto e danço, se quiser deixo ela cair.
Se cair sem eu querer, fazer o quê?
Vida, vida...amo-te!

 Jussara

4 de fevereiro de 2012

O CULTO AO TRAUMA DE EXISTIR




A Psicologia enfraqueceu a alma humana com o seu culto profissional ao trauma como um poder devastador a ser “tratado”, “trabalhado”, “classificado”; e [ou] devidamente “medicado” e “processado”.

Já a Urbana/Modernidade — com seus recursos médico/hospitalares, ou mesmo com os meios científicos de prolongamento da existência — sendo isto também vinculado a uma grande expectativa redentiva e salvadora que se atribui à ciência médica —, desenvolveu uma expectativa falsa sobre a vida; de um lado hipertrofiando o significado traumático das perdas como traumas, e, de outro lado, pela mesma razão, fragilizando de modo horroroso a alma humana para tais enfrentamentos naturais; os quais, mais cedo ou mais tarde, sejam inevitáveis.


A constatação que daí decorre implica também na observação do enfraquecimento da alma humana; cada dia mais despreparada para lidar com os fatos da existência sem transformá-los em “trauma devastador”.


Viver, cada vez mais, implica em existir em crise de tudo e com trauma de quase tudo!
Isto porque, além do culto ao trauma [legado da Psicologia], existe-se também em estado de negação da natureza das coisas [...]; bem como, do mesmo modo, vive-se em estado de imersão na existência sem nenhuma graça de transcendência, o que faz com que a morte e os demais fatos simples da vida, sejam tratados o tempo todo como crises traumáticas hipertrofiadas.

Ora, a gente vê pessoas sendo tratadas psicologicamente quanto à morte ou o sumiço de cães domésticos, de pets familiares, e de quase tudo que, estado vivo, possa morrer ou desaparecer. Tamanha é a banalidade de tal estado de fragilidade!

No filme “O Auto da Compadecida” [O Auto da Compadecida (filme) – Wikipédia, a enciclopédia livre ] um dos personagens repete constantemente a mesma frase a fim de explicar o inusitado da existência; frase essa que, de fato, deveria ser parte não do nosso simplismo, mas da simplicidade do nosso existir.

A declaração é esta:
Ah! Eu não sei como é que foi... Eu só sei que foi assim!

Ora, viver em Deus demanda esta declaração como fato simples da fé confiante. Afinal, o que passar disso é loucura; posto que de fato eu não saiba como as coisas são, e, na maioria das vezes nem mesmo o seu por quê [...]; embora, pela fé, com tranquilidade, eu saiba que elas foram como foram; e, por-tanto, pronto; e, por-tanto, basta!...


7 de janeiro de 2012

TROCANDO DE ROUPA


Vivo em constantes mudanças, por isso troco sempre a roupa do meu blog. É uma espécie de ritual que transparece meu interior!
Durante anos fui massacrada por argumentos religiosos que pregavam a perfeição a qualquer preço! Tão difícil é ser perfeita! O mundo? O mundo é uma grande boca que tenta te engolir! A religião adocica sua alma para que você seja submisso a tudo, enquanto o mundo salga sua mente com pratos que não sabemos comer! Resultado: diabetes e pressão alta! Um quadro clínico nada saudável! Pode levar a morte...
Não se assuste por favor! Mas nos últimos dias tenho assumido que sou mau caráter, o que é que tem?! Sem falsidades quero assumir o quanto posso ser má, ruim, vingativa. Há prazer no mal! Mas também o quanto posso ser boa, desejar o bem. Não quero ser conhecida como a boazinha, a sensata. Se a minha sanidade permitir, quero ser conhecida apenas por ser uma boa companhia, alguém que fala e ouve sobre a vida. Bom? Quem é bom?!
Troco sempre de roupa, como diz o poeta " Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares..."
Na troca de roupa, precisa haver lugar para a percepção da nudez, se não trocamos de roupa tão depressa sem nos percebermos...aí, é apenas troca de panos, não de alma!
Seja bem vindo aqui em 2012! Não se assuste com minhas extravagâncias!
Beijo grande!

6 de janeiro de 2012

MINHA CASINHA!


Maria Bethania - Casinha Branca
Lindo, lindo!

4 de janeiro de 2012

CARTA ABERTA AOS MEUS FILHOS

 
Ricardo Gondim

Queridos Pedro, Cynthia e Carolina,
Domingo celebraremos mais um dia das mães. Pensei escrever-lhes esta carta porque desejo dar-lhes um presente. Por toda minha vida lutei para lhes agraciar com uma fortuna intangível e essencial: um apreço pelo tempo que corre como um riacho preguiçoso, nos carregando para o futuro sempre incerto; quis lhes ensinar como amar a vida na celebração do encontro, fazendo de cada refeição uma liturgia, cada abraço um compromisso, e em cada olhar uma aliança.
Lutei para não termos nenhum patrimônio senão essa soma de afetos e birras, lutas e medos, choros e danças que transformam a existência num tesouro. Esse será meu legado para domingo que vem e que espero lhes acompanhar em todos os outros que ainda virão.
Não tenho outra aspiração senão tornar-me escravo do pomar onde eu possa cultivar o fruto que lhes dará plena felicidade. Trabalho arduamente para não lhes forjar outra cobiça senão a de serem humanos, apenas humanos, com luzes e sombras, defeitos e virtudes, vividos com honestidade diante de Deus e dos homens.
Vocês já se tornaram adultos – o Pedro votará em Novembro –, mas continuo debruçado sobre suas camas, vazando nos olhos, as lágrimas de meu coração. Imploro que Deus derrame sobre suas vidas, qualquer bênção que tivesse reservado para mim. Aprendam amar a justiça; defendam os menos afortunados, derramem luz onde reinam as trevas.
Não saberia imaginar meu mundo sem nenhum de vocês. Porque os amo, desconheço distâncias. Hoje entendo um pouco sobre a onisciência divina. O amor nos força a acompanhar passos ausentes, pressentir armadilhas ainda não acontecidas, intuir caminhos melhores. Assim, eu me programo a seguir-lhes sem estar perto; ver-lhes sem olhar.
Em cada um de vocês reconheço traços do que já tentei.
Pedro, também já sofri e chorei pelo futebol. Saiba que seu abraço pesado e sem jeito na porta da escola não me deixa com o mesmo olhar triste de meu pai. Papai foi melancólico, porque um dia precisou dos meus, que nunca chegaram.
Cynthia, sua coragem de singrar oceanos, enfrentar ruas e avenidas inclementes, me intrigam. Eu também já sonhei navegar por águas inexploradas. Só que nunca fui bravo para desamarrar o cabo de meu tímido navio.
Carolina, sempre tão plena de siso. Você me ensinou como ser responsável naturalmente. Eu sempre tentei fazer o melhor, mas grimpava as alturas pela religiosidade. Como nunca alcancei, puni-me com intermináveis flagelos. Aprendi a conviver melhor comigo mesmo através de seu olhar calmo.
Estressei-me ao caminhar por estradas alargadas por minhas pretensas onipotências, mas hoje elas se estreitam pela consciência de como aqueles sonhos eram mirabolantes. Assim, contento-me com o tesouro mais precioso que um homem pode guardar em seu palácio real: seus filhos queridos.
Já ouço, à distância, o assobio tenebroso da morte, mas sei que não temerei sua súbita visita. Quando atravessar o rio, levarei como óbolo para o barqueiro, uma aljava entupida de boas memórias.
Nem sei porque lhes escrevo algumas horas antes do dia das mães. Talvez, sinta-me galardoado pelo sentimento materno já que lhes guardo no útero de meu peito. Espero estar lhes parindo para o amanhã radiante que nutrem meus sonhos e que ainda espero acontecer.
Com um beijo,
Ricardo
Ricardo Gondim

http://www.ricardogondim.com.br